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RNP realiza pesquisa para entender os desafios para a implementação do IPv6


No início da tarde desta sexta-feira (24/10), o coordenador nacional da Escola Superior de Redes (ESR), Luiz Coelho, lançou uma provocação ao público que assistia à cerimônia de encerramento do 20º SCI, em Belo Horizonte (MG). Através de uma pesquisa online, os espectadores puderam compartilhar sua opinião sobre os principais desafios relacionados à implantação do IPv6, uma vez que o novo protocolo de internet está habilitado no backbone desde 2005.

Falta de conhecimento sobre o assunto, ausência de técnicas de transição e pouca disposição para mudança foram alguns dos motivos apontados. “Precisamos começar a avançar nesse tema, uma vez que os blocos IPv4 já terminaram. Precisamos entender onde está esse gargalo”, afirmou Luiz Coelho.

O coordenador técnico do PoP-ES, Rafael Emerick, contribuiu para o debate ao afirmar que “enquanto os sistemas funcionarem em IPv4, o cenário não irá mudar”.

Já o coordenador técnico do PoP-SC, Guilherme Rhoden, compartilhou a experiência do seu Ponto de Presença, que levou IPv6 em massa para os seus usuários finais. “Precisamos levar conectividade em IPv6 ao usuário. Esse é o nosso papel como administradores de rede”, disse Guilherme, que apontou o wifi como fator de maior impacto para essa implementação.

O instrutor da ESR, Luiz Lobato, anunciou um novo curso que está sendo desenvolvido em parceria com o Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.Br), com foco nos administradores de redes. “O conteúdo do curso estará voltado para a transição e a configuração de serviços em IPv6”, afirmou Lobato. Outros cursos em desenvolvimento são o de Armazenamento em Nuvem com Openstack, Gerência de Redes de Computadores e Openflow, uma vez que a tecnologia SDN foi um dos temas apontados por uma pesquisa realizada entre os participantes sobre os temas prioritários para cursos em 2015.

Segundo o coordenador nacional da ESR, Luiz Coelho, todos os cursos do SCI foram gravados e estarão disponíveis em breve no site do evento. “A captura de aulas é importante, pois é uma forma de perpetuar esse conhecimento”, declarou.

Ao todo, foram oito cursos, 15 instrutores e 169 alunos inscritos. Luiz Coelho destacou os cursos da ICPEdu, de certificação digital, que tem “grande potencial de ajudar a comunidade”, e de COBIT5, curso inédito de gestão de TI que está previsto para entrar na grade regular da ESR.

Luiz Coelho encerrou sua apresentação revelando dados de um estudo do MIT que mediu a atividade cerebral de alunos ao longo de sete dias. Os resultados revelaram que a frequência era a mesma enquanto os alunos dormiam ou assistiam às aulas. No entanto, quando eles estavam estudando, pesquisando ou fazendo trabalhos, a atividade cerebral era mais intensa. “Esse é o momento em que ocorre o verdadeiro aprendizado”, concluiu.

 






 

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