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LIneA discute redes de alta capacidade para e-Astronomia

Um dos melhores exemplos para demonstrar a necessidade de redes a 100 G para determinadas áreas de conhecimento é o estudo das galáxias e de outros mistérios do Universo. Esse foi o tema da apresentação do coordenador do Laboratório Interinstitucional de e-Astronomia (LIneA), Luiz Nicolaci da Costa, no segundo dia do 14º WRNP.

No início de sua apresentação, o pesquisador fez um panorama atual da Astronomia no mundo, mostrando que ainda desconhecemos grande parte do que existe no Universo. “Na década de 90, dois grupos de pesquisadores publicaram estudos que apontavam que, ao contrário do que pensávamos, o Universo não estava expandindo. Sabemos hoje que 74% do Universo é energia escura, 22% é matéria escura e apenas 4% é formada por átomos. Ou seja, estamos na fronteira de algo muito novo, que só descobriremos através de observações astronômicas”, explica Nicolaci.

O LIneA foi criado em novembro de 2010, na tentativa de suprir a necessidade de uma infraestrutura de TI para lidar com problemas de Big Data em Astronomia. Atualmente, ele dá suporte à participação brasileira em experimentos científicos utilizando os dados provenientes de grandes levantamentos astronômicos - os projetos Dark Energy Survey, de pesquisa em energia escura, e Sloan Digital Sky Survey III, que investiga extensas regiões do céu para analisar a distribuição de galáxias em grande escala e as condições dos primórdios do Universo. A RNP é uma das colaboradoras do LIneA, junto ao Observatório Nacional, ao Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) e ao Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).

Segundo Nicolaci, para alcançar os objetivos científicos desses projetos, dois pontos críticos são a transferência e a proveniência de dados. “É fundamental termos essa proveniência de dados, num levantamento que leva sete anos e mais de 150 colaboradores”, afirma Nicolaci. O pesquisador ainda citou o LSST, um telescópio de 8 metros, com uma câmera de 3 bilhões de pixels, que será construído no Chile, e a necessidade do envolvimento do Brasil no projeto, previsto para 2021. “Os dados vão naturalmente passar pelo Brasil. Teremos um centro de dados internacional e, para isso, conectividade é fundamental”.






 

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